terça-feira, 21 de abril de 2015

Escrevo #2

Apenas humana
Numa capa de carne e osso
Com uma alma em prova
Sou eu
Cada vez mais distante do início
Cada vez mais perto da eternidade
Hoje vejo que não sou mais o que fui
E hoje sou o que não serei amanhã
Não controlo tudo, não posso
Desilusões, falhas, minhas e tuas, fiquei ferida
Fui parar ao hospital da esperança
Esperança de curar-me
As feridas da alma doem
Mas tomei o remédio certo, ainda hoje tomo
O perdão
Genuíno e não genérico
Perdoei e perdoo as minhas falhas, as vossas
Sou humana
Aqui sou humana, mas sei que sou muito mais, nós somos muito mais



Cz

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