Oh pá, é tão verdade! Tenho que aprender e evoluir! ;)
Vejam aqui : QUANDO A PREOCUPAÇÃO É EXCESSIVA
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
stop doing anything !
Olá pombinhos!
Sim eu sei, há quanto tempo...realmente não passava por cá para deixar uma "pousada" desde 15 de Janeiro, ui, é obra!
Pronto, eu confesso que tenho tido alguma preguiça não só em escrever, como também para outras "tarefas" que para mim são cruciais para o meu bem-estar! Ora, acreditem ou não, hoje acordei assim com uma vontade extrema de voltar as luzes da ribalta! Ahhh, entrar no ritmo, mexer o rabinho e desenvolver não só o corpo, mas também a alma e a mente! Estou a falar de quê? Do exercício físico, da espiritualidade e dos estudos! Sim meu amigos, esta coisa de ter uma vida a dois, de estar numa fase da vida em que nos sentimos mais debilitados, não é nada fácil para manter a nossa rotina diária que tanto nos faz bem! A vida a dois requer muita paciência, sim, saber gerir emoções, etc... mas no meu caso, o que tem sido mais trabalhoso para mim é o facto de saber separar o que é o "nós" e o que é o "eu". Pois, é uma das coisas que mais tenho tentado perceber nesta relação conjugal. E tenho percebido que realmente é importante não perdermos a nossa identificação pessoal, o nosso bilhete de identidade, porque as vezes ficamos tão envolvidos com a pessoa amada, que nos esquecemos de nós próprios como indivíduos, no singular! E é extremamente importante mantermos o nosso espaço, as nossas opções, etc... salvaguardada! Se essa relação, para acrescentar, também é transposta para o local de trabalho, então mais cuidado devemos ter! São demasiadas horas juntos. Muita coisa em comum, e se não houver divisão de tarefas, ou seja, se fizermos tudo, tudo, tudo juntos e se não preservarmos o espaço individual de cada um, então aí temos aqui um grande problema. Bem, realmente é o que tenho verificado. Relativamente a estar mais debilitada, ou seja, mais frágil, também não ajuda para espantar esta preguicite aguda, mas vou conseguir!
Bem a propósito do exercício físico , hoje li uma crónica do Arrumadinho, aqui As dores de voltar, a dor de não voltar, que é exactamente o que se passa comigo, claro sem os filhos*, mas é igual. Realmente fiquei inspirada, e acho que tenho mesmo que começar a mexer-me rapidamente.
E voçes?
*agora temos um gatinho lindo, já somos uma família de 3 ;). Depois conto-vos tudo!
Sim eu sei, há quanto tempo...realmente não passava por cá para deixar uma "pousada" desde 15 de Janeiro, ui, é obra!
Pronto, eu confesso que tenho tido alguma preguiça não só em escrever, como também para outras "tarefas" que para mim são cruciais para o meu bem-estar! Ora, acreditem ou não, hoje acordei assim com uma vontade extrema de voltar as luzes da ribalta! Ahhh, entrar no ritmo, mexer o rabinho e desenvolver não só o corpo, mas também a alma e a mente! Estou a falar de quê? Do exercício físico, da espiritualidade e dos estudos! Sim meu amigos, esta coisa de ter uma vida a dois, de estar numa fase da vida em que nos sentimos mais debilitados, não é nada fácil para manter a nossa rotina diária que tanto nos faz bem! A vida a dois requer muita paciência, sim, saber gerir emoções, etc... mas no meu caso, o que tem sido mais trabalhoso para mim é o facto de saber separar o que é o "nós" e o que é o "eu". Pois, é uma das coisas que mais tenho tentado perceber nesta relação conjugal. E tenho percebido que realmente é importante não perdermos a nossa identificação pessoal, o nosso bilhete de identidade, porque as vezes ficamos tão envolvidos com a pessoa amada, que nos esquecemos de nós próprios como indivíduos, no singular! E é extremamente importante mantermos o nosso espaço, as nossas opções, etc... salvaguardada! Se essa relação, para acrescentar, também é transposta para o local de trabalho, então mais cuidado devemos ter! São demasiadas horas juntos. Muita coisa em comum, e se não houver divisão de tarefas, ou seja, se fizermos tudo, tudo, tudo juntos e se não preservarmos o espaço individual de cada um, então aí temos aqui um grande problema. Bem, realmente é o que tenho verificado. Relativamente a estar mais debilitada, ou seja, mais frágil, também não ajuda para espantar esta preguicite aguda, mas vou conseguir!
Bem a propósito do exercício físico , hoje li uma crónica do Arrumadinho, aqui As dores de voltar, a dor de não voltar, que é exactamente o que se passa comigo, claro sem os filhos*, mas é igual. Realmente fiquei inspirada, e acho que tenho mesmo que começar a mexer-me rapidamente.
E voçes?
*agora temos um gatinho lindo, já somos uma família de 3 ;). Depois conto-vos tudo!
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